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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Animais que fumam? Ou seres humanos que fumam?

No outro dia vi um conjunto de animais no seu habitat natural a conviverem entre si. Não foi no National Geographic, foi ao vivo!

Também não fui a África nem me desloquei a locais inóspitos. Mas o comportamento destes animais era realmente bizarro!

Vou descrever a situação com aquela voz baixa característica dos apresentadores de daquelas reportagens em campo:

Vim para um meio a descoberto…

Os animais estão ali ao fundo.

Julgo que eles me vêem mas eu finjo que é tudo normal e olho pouco para eles.

Eles não dão conta que eu os estou a observar.

Dou uns passos discretos e tiro o meu super e fantástico telemóvel XPTO para tirar uma fotografia ao bizarro.

                  Animais no ritual de fumar

Eles estão calmos, parecem até estar num momento de relax.

Uns têm cabelos louros, outros castanhos, mas isso é um critério sem relevância, tal como as roupas que vestem, usam várias roupas e de variadas cores.

Quando estão em grupo, fazem uma rodinha com os seus corpos e comunicam entre si, mostram os dentes amarelos como modo de satisfação.

Quando estão sozinhos, não mostram os dentes, mas estes continuam amarelos e como não têm mais companhia para formar uma rodinha com os corpos, eles próprios dão rodinhas com os passos, passeiam de uma lado para o outro formando círculos.

Devem ser complexados com círculos, rodinhas, bolas…

Todos eles têm um gesto em comum; pegam numa coisa de papel enrolado a uma substância que a queimam propositadamente para aquele ritual.

Depois daquilo estar a queimar, a cara deles altera-se e mostram alguma satisfação.

Apenas com dois dedos da mão, usualmente da direita, levam a dita coisa aos lábios e absorvem para dentro do corpo (julgo que sejam realmente para os pulmões, quer dizer, órgãos pretos e queimados a fazer de pulmões) tudo quanto é possível retirar do fumo daquilo que se está a queimar.

Uma das fases mais importantes pertencentes a este ritual é realmente o que se segue.

Todos estes animais mostram uma forma característica de exalar o fumo dos supostos pulmões; expandindo ou não o maxilar inferior tentam que o fumo saia de uma forma graciosa levando a convencer-se a eles próprios ou tentando que os companheiros acreditem que eles são os que exalam melhor o fumo.

Quando aquela coisa que seguram apenas com dois dedos da mão chega prestes ao fim, reagem de uma forma totalmente animal.

Fazem um movimento de pulso e atiram aquela coisa contra o chão.

Posteriormente, há animais que pensam no ritual e na dita coisa e pisam-na para não continuar a arder. Outros apenas mostram os dentes amarelos e não a apagam.

Depois de este ritual puramente animal, os que estavam em grupo fazendo rodinha vão todos uns atrás dos outros para dentro de um edifício.

Os que faziam círculos com os passos entram novamente solitários para o edifício.

Tudo isto aconteceu em escassos minutos. Não sei precisar ao certo, mas enquanto uns animais vinham para fora do edifício para proceder ao ritual, outros entravam.

 

Diz-se que estes animais são também racionais. Mas perante este ritual bizarro, que se poderá concluir?

Racional estou eu dos perigos que esse ritual trás, por isso não fumo.

Mas tenho uma coisa a dizer antes de finalizar: foi uma evolução restringir esse ritual nos locais públicos fechados.

Tenham uma boa semana e sejam responsáveis e racionais. Jokas!

Feito pelos neurónios da Fiju às 12:56
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Que vai ser? Enterrado ou cremado ou sei lá?!

                  O funeral

Uma coisa que gosto é de ir ver o correio! Eu sei, é uma pancada minha, mas gosto e anseio por cartas e panfletos! Só não gosto de correspondência equivocada (pois fico com curiosidade do que será!) ou daquelas cartinhas a pedir para pagar qualquer coisa. Dessas dispenso!

Mas estes dias recebi na caixa do correio um envelope daqueles do tamanho A4, que dá inveja a qualquer vizinho do lado. O remetente era da Proteste.

- Bem, deve ser publicidade! Mas não faz mal, vejo na mesma!

Abro o envelopezão já com algumas manchas no papel branquinho e de uma maneira quase profissional de “abridora” de cartas de publicidade, saco os papéis informativos lá de dentro.

- Hummm, isto soa-me a questionário… - Começo a ler… Pergunta atrás de pergunta… – É sim! É um questionário. Um questionário sobre Funerais! Funerais? Mas que raio! Quem se lembraria de uma morbidade destas?

Na verdade, recordo-me de ter tido conversas sobre este tema. É que há sempre aquela estranha simbiose negra entre a vida e a morte que por vezes é essencial falar com a família.

Voltando ao questionário esquesitóide… São 7 páginas de perguntas do género:

 

“Até que ponto ficou satisfeito(a) com cada um dos seguintes aspectos relacionados com o seguro de cobertura de despesas de funeral?” – Duas palavras, satisfeito e funeral, que encontrando-se na mesma frase… Mas que raio! Satisfeito?!

 

“Após o falecimento do seu familiar, tinha alguma ideia de como iria ser feito o funeral? 1) Sim, porque o(a) falecido(a) deixou bem expressa a sua vontade antes de morrer

2) Sim, porque não havia dúvidas acerca do que o(a) falecido(a) teria preferido

3) Não, mas os familiares chegaram facilmente a acordo em como fazer o funeral

4) Não, e foi (muito) difícil chegar a um acordo entre os membros da família

5) Não, e foi impossível chegar a um acordo entre os membros da família” (– então? Deitaram-se os dados ao ar?)

 

“O funeral teve cerimónia?

1) Sim, uma cerimónia religiosa

2) Sim, uma cerimónia civil (- cerimónia civil? Nunca tive conhecimento disso!)

3) Não” (- Não? Mas quê… Foi numa ilha como os Perdidos?)

 

“Actualmente, o que gostaria que fosse feito com o seu corpo?

1) Que fosse enterrado (não cremado)

2) Que fosse colocado num columbário (não cremado)

3) Que fosse cremado e as cinzas (dentro de uma urna) enterradas

4) Que fosse cremado e as cinzas (dentro de uma urna) colocadas num columbário

5) Que fosse cremado e as cinzas (dentro de uma urna) levadas para minha casa/ entregues à família

6) Que fosse cremado e as cinzas espalhadas

7) Que fosse doado à ciência

8) Outra opção

9) Não sei”

 

Que caraças!!! Tantas opções? Mas perante isto fico com uma dúvida existencial! Quer dizer… Não será existencial. Mas poderá dizer-se inexistêncial? Bufff! Até nisto fiquei em dúvida!

Vamos lá é viver enquanto ainda é tempo porque a Vida são 2 dias e o Carnaval são 3! O pior é que amanhã é o último dia, mas ainda dá para desfrutar um feriado!!! Iupi! Dormir até tarde! Ronha da boa! Eh eh eh! Divirtam-se! Jokas.

Feito pelos neurónios da Fiju às 22:51
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