5 comentários:
De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 12:28
Uma gota de chuva
A mais, e o ventre grávido
Estremeceu, da terra.
Através de antigos
Sedimentos, rochas
Ignoradas, ouro
Carvão, ferro e mármore
Um fio cristalino
Distante milênios
Partiu fragilmente
Sequioso de espaço
Em busca de luz.


Um rio nasceu.


Vinícius de Moraes

marta
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(mailto:marta~_ribeiro89@hotmail.com)
De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 11:57
http://megavaquinha.blogs.sapo.pt/Megavaquinha
(http://megavaquinha.blogs.sapo.pt/)
(mailto:amadoran@sapo.pt)
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2006 às 22:24
Primeiro tenho que te agradecer pelo comentário no meu blog, foste muito querida mesmo =)
Em relação ao teu post, eu nao consigo ver as fotos snif snif, mas pronto deduzo que seja tudo coberto de neve e tal, tb uma pessoa tem imaginação para alguma coisa =)
E sim o nosso país é aquela base, mas pronto é o nosso pais lindo =P
Beijos gravitacionaiscentro_da_gravidade
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(mailto:centro_Da_gravidade@hotmail.com)
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2006 às 11:16
Bem em relação ao frio que sentimos tem a haver com o facto de nós não estarmos habituados a temperaturas tão baixas como as que eles estão habituados lá fora! No entanto é preciso ver que, claro, só podia ser fora de portugal para haver um governo que pagasse para as pessoas se manterem quentinhas!
É preciso ver que isso tem a haver com a economia, tens que ver que os paises estrangeiros têm uma economia muito mais desenvolvida que para nós a alcançarmos levará muitos anos e não podemos (governo) fazer as asneiras que fazem! Se continuarmos assim, estou mesmo a ver que quando for velinho nem reforma terei lolol mas não há-de ser nada!
Mata lá as saudades da mana!Ruben[A]Mar
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(mailto:rubenandrade@netmadeira.com)
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2006 às 11:08
Menina, mulher, não sei!

Minha poesia, tuas palavras

Por ti, poeta serei

Entre dor, saudade e lágrimas.



Poesia teu olhar divino

Teus lábios abençoado pranto

Teus dedos com ouro fino

Teu seio doce, meu leito.



Amor, minha causa

Em teu humilde olhar

A paz em ti pousa

Ficando eu a sonhar.



Tua inocência quem sabe

Talvez mulher, menina

A ti o mundo se abre

A vida fica pequena.



Nesse teu sono suave

Perco-me na imaginação

Como uma ferida ave

Vuando em vão.



Mas menina ou mulher

O que a vida fez de ti?

Menino, homem eu saber

O que fizeste de mim?
sofia
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